#ASMULHERESQUEFAZEMAHOPE: Ligia Fuchs, franqueada HOPE.

07/03/2019 | Por Equipe Hope

Ligia Fuchs é uma das mulheres da nossa série “As mulheres que fazem a HOPE”. Fisioterapeuta de formação, Ligia é franqueada de três lojas HOPE em São Paulo – além de ser mãe de duas meninas e esposa. Lidar com essa rotina agitada está na essência da empreendedora, que contou pra gente sobre protagonismo feminino no mercado de trabalho e seu envolvimento com a HOPE. Acompanhe abaixo:

Conta um pouquinho da sua trajetória pra gente!

Tenho 46 anos, duas filhas – a Catarina, de 4 anos e a Laura, de 10 – sou casada, fisioterapeuta de formação e já fui bailarina. Já trabalhei com várias coisas, na verdade. Com 36 anos eu tive minha primeira filha, a Laura. Antes dela viajei muito, morei um ano no Japão. Depois dela, dei uma pausa de um ano.
Achei que era hora de encontrar algo meu. Comecei a procurar uma franquia! Eu já era consumidora da HOPE – só usava a marca! Foi um dia que pensei em dar uma volta no shopping, encontrei uma loja HOPE e daí pra frente tudo fez sentido.

E como foi esse processo da abertura da loja? Você lidou com todos os processos sozinha?

Quando estava tudo certo para iniciar a reforma da loja, eu descobri que estava grávida. Eu e meu marido fizemos toda a reforma de loja, todos os processos. Eu não sabia absolutamente nada de varejo. Já tinha trabalhado com vendas mas nada igual.
Aprendi tudo ainda grávida! Ia na obra, andava para cima e para baixo com o barrigão, fiz tudo. Era minha primeira loja e eu queria saber como funcionava. Um mês depois da inauguração, a Catarina nasceu. A partir disso, comecei a me envolver muito no negócio. Mas foram 2 anos e meio muito difíceis já que minha filha era muito pequena. Eu e meu marido nos envolvemos muito com o trabalho.

E para lidar com todos esses âmbitos – filhos, lazer, trabalho… como você os encara?

Acabo tendo menos tempo para lazer do que eu gostaria. Mas uma coisa que não abro mão é fazer yoga! Eu sempre fui muito agitada, quero abraçar o mundo. Esse ano comecei a ficar mais tranquila porque comecei a dominar um pouco mais o trabalho, entendi como direcionar melhor as coisas, então estou mais nessa fase… mas gosto muito do que eu faço!

A HOPE é um símbolo do quê, para você?

Com tudo que me envolvi, eu caí de cabeça. Desde o começo, eu já quis saber um pouco da história da HOPE. Eu posso dizer que trabalho com um produto que acredito, um produto que as mulheres escolhem não só por uma questão sexual. É sensual, mas se usa no dia a dia, porque a marca carrega isso de conforto, design e qualidade. A HOPE é feminina e empoderada. Estamos vivendo esse momento incrível em que as pessoas usam a lingerie como uma roupa, um detalhe que aparece, uma renda mostrando… Se formos parar para pensar como a lingerie antigamente era escondida, né? Era aquela coisa básica. É muito legal ver as mulheres se empoderando, sendo confiantes para usar. A mulher usa para se sentir bem consigo mesma, não para os outros. Para ela!

Você é uma mulher no comando, hoje com 3 lojas da marca. Durante sua trajetória, já se sentiu subestimada por alguém, simplesmente por ser mulher?
Hoje em dia estamos falando muito sobre o preconceito de gênero, dos direitos da mulher, da igualdade. Sabemos que os cargos de liderança são os cargos que são muito mais ocupados por homens. Eu sou uma pessoa muito trabalhadora, quando eu encontro um sentido naquele objetivo, eu vou com tudo. Eu nunca pensei se existe preconceito. Eu simplesmente vou de cabeça. Na HOPE, eu trabalho com meu marido. Um completa o outro. Temos respeito um pela função do outro e não sinto isso vindo da parte dele.
Mas em outros trabalhos, eu tinha que convencer os outros de que eu era capaz, somente por ser mulher. Alguns homens tem uma posição mais machista, de querer que você se sinta meio acuada. Com medo, sabe? Te desencorajando… Ou até por questão financeira, ego, poder. Mas quando eu sinto isso, eu já falo na hora. O preconceito em relação a isso não me impediu de fazer nada, só me fez ir além.

O que você diria à uma mulher hoje?
As mulheres devem fazer tudo. Não deixe de fazer nada pelo preconceito. Inspirem e se inspirem em mulheres. Naquela mulher que faz um grande projeto, ou a mulher que faz uma pequena ação. Mas que faz! Que não se deixa desmotivar.

E existem muitas mulheres que são exemplos para tantas outras hoje…
Sim! Só dentro da HOPE, das 200 franquias, quantas mulheres não são as que tocam o negócio? Quantas mulheres não são empreendedoras? Quando uma mulher decide empreender, ela já é corajosa e forte. No Brasil, não é fácil empreender, ainda mais sendo mulher. O mínimo que vai acontecer quando você se propõe a fazer algo, é você aprender.
Têm mulheres que escolhem ser mãe e ficar em casa, até por que não é fácil. Mas é uma escolha. E que todas tenham esse poder de escolher, de saber que tem que fazer coisas para elas. E que elas estejam felizes com essa opção!